11/04/2012

Instituições para Financiamento: Coletânea Nacional e Internacional

Abertas inscrições para Prêmio Empreendedor Social e Prêmio Folha Empreendedor Social de Futuro 2012 I
A 8ª edição do Prêmio Empreendedor Social, realizado pela Folha de S.Paulo e pela Fundação Schwab, apoiado pela ABCR, e a 4ª edição do Prêmio Folha Empreendedor Social de Futuro, iniciativa exclusiva da Folha, estão com as inscrições abertas até 13 de maio. As duas premiações visam descobrir e laurear líderes de projetos inovadores de todo o país. Os interessados devem se candidatar exclusivamente pelo site, onde se encontram o regulamento e informações: www.folha.com.br/empreendedorsocial.

O Prêmio Empreendedor Social reconhece líderes de cooperativas, negócios sociais, ONGs e pessoas físicas que atuam há pelo menos três anos em iniciativas pioneiras, sustentáveis e de impacto social direto, com elevado potencial de influenciar políticas públicas. Respeitando esses critérios, os candidatos podem desenvolver ações em diferentes áreas, como agricultura, meio ambiente, cultura, desenvolvimento de negócios, educação, habitação e saúde.

O Empreendedor Social é promovido todos os anos pela Fundação Schwab, em 13 países e em cinco regiões (nações da África, Oriente Médio, América Latina, Europa e Ásia). Ocorre no Brasil desde 2005, sempre em parceria exclusiva com o jornal Folha de S.Paulo. “Aqui, o prêmio dá sinais de sua maturidade, pois tem descoberto, todos os anos, novos empreendedores inventivos, que contribuem para um planeta mais justo e sustentável. Nossa meta é continuar identificando mais e mais talentos no país para desenvolvê-los e potencializá-los globalmente”, afirma Mirjam Schoening, diretora-executiva da Fundação Schwab no país.

O outro concurso, o Folha Empreendedor Social de Futuro, premia talentos sociais que desenvolvem há, no mínimo, um ano e, no máximo, três anos, ideias precursoras, como a criação de um produto ou serviço ou a aplicação de tecnologias sociais. Os candidatos devem estar à frente de projetos inovadores, de alcance, abrangência e impacto social, além de possuírem potencial de multiplicação. O principal objetivo dessa premiação é dar visibilidade à iniciativa e colaborar com a sua sustentação.

“A Folha angariou novos e fortes parceiros na edição 2012. Nosso objetivo é que as muitas premiações aos finalistas e vencedores fortaleçam essas iniciativas socioambientais pioneiras, de maneira que elas ampliem os benefícios à coletividade e que estimulem a criação de políticas públicas”, destaca Sérgio Dávila, editor-executivo da Folha de S.Paulo.

Uma grande novidade nesta edição é a votação por júri popular, além da tradicional comissão julgadora, composta por especialistas na área. Após a seleção dos finalistas pela organização das premiações, será postado na Folha.com um vídeo de um minuto em que cada candidato apresentará seu trabalho. Os internautas poderão votar e eleger seu favorito, que será homenageado durante o evento de premiação.

Fonte: Associação Brasileira de Captadores de Recursoshttp://captacao.org/recursos/noticias/479-abertas-inscricoes-para-premio-empreendedor-social-e-premio-folha-empreendedor-social-de-futuro-2012-i

05/04/2012

Informativo


Projeto vai atender 1.200 crianças e adolescentes     
Cerca de 600 crianças e adolescentes de cinco regionais da Prefeitura participaram nesta sexta-feira (30) do lançamento do projeto Leões do Vôlei em unidades da Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude. O lançamento foi no Centro de Esporte e Lazer do Bairro Novo.

Começam os jogos do Torneio PASE 2012     
O secretário municipal do Esporte, Lazer e Juventude, Marcello Richa, e a secretária municipal da Educação, Liliane Sabbag, abriram na tarde desta quinta-feira (29) o Torneio do Programa Sócio-Esportivo (PASE) nas categorias Respeito (10 a 13 anos) e Excelência (14 a 17 anos). A abertura aconteceu na Praça Oswaldo Cruz e contou com a participação de aproximadamente 600 pessoas.
Leia mais: http://www.cidadedoconhecimento.org.br/cidadedoconhecimento/index.php?subcan=7&cod_not=37041

E.M. Papa João XXIII tem primeiro fim de semana do Comunidade Escola     
A Secretaria Municipal da Educação lançou o programa Comunidade Escola na E.M. Papa João XXIII, no bairro Portão, neste sábado (24). A escola é a 93.ª unidade da Rede Municipal de Ensino a manter o programa nos finais de semana, com atividades socioeducativas, culturais, esportivas, de lazer e muitas outras ações e orientações em diversas áreas, além de oferecer cursos gratuitos de geração de renda à comunidade. O Comunidade Escola já registrou mais de 10 mil participações desde o seu lançamento em 2005.
Leia mais: http://www.cidadedoconhecimento.org.br/cidadedoconhecimento/index.php?subcan=7&cod_not=36942

04/04/2012

Quartas-feiras no CRP: Abril de 2012

Vereadores aprovam aumento de quase 20% para professores

Foi aprovada na tarde de segunda-feira (2), em primeiro turno, mensagem do prefeito Luciano Ducci (PSB) que eleva o salário de servidores da carreira do magistério em 8,69%. Ao todo, o professor curitibano passará a receber, a partir de 1º abril desse ano, aumento salarial de 19,56%. Ou seja, a remuneração mínima do professor passa a ser de R$ 1.434,62.

O valor considera o reajuste, aprovado recentemente pela Câmara Municipal, de 10% concedido a todos os servidores municipais e mais os 8,69% aprovados nesta segunda. Este índice de 8,69%, específico aos servidores da carreira do magistério, deverá se sobrepor ao primeiro de 10%, atingindo o aumento real de 19,56%. Com a aprovação deste projeto de lei, o magistério recupera as defasagens salariais do período que vai de 1999 a 2005.

A proposta volta ao plenário para votação de segundo turno nesta terça-feira (3) e, se aprovada, segue para sanção, atendendo calendário do TSE, que estabelece data limite para conceder reajustes ao funcionalismo o dia 10 de abril.

"Barrar o PPQ é uma grande vitória em defesa da qualidade da educação, de condições de trabalho e da valorização do nosso trabalho. Além de excluir os aposentados e professores com RIT (Regime Integral de Trabalho), essa gratificação baseia-se em uma lógica coercitiva que tenderia a criar rivalidade no ambiente de trabalho e aumentar as exigências e sobrecargas que o professor já possui", explicou o diretor do Sismmac, Gabriel Conte.

"As melhorias nos salários vão ao encontro das lutas históricas dos professores de Curitiba, que sempre estiveram mobilizados em busca da valorização profissional e da melhoria da educação pública no município", diz a vereadora Professora Josete (PT).

Fonte: Estado do Paraná, publicado em 03/04/2012http://oestadodoparana.pron.com.br/politica/noticias/62969/?noticia=professores

02/04/2012

São 37 mil crianças em busca de pais

Apesar de a Lei da Adoção limitar em dois anos o período de permanência de meninos e meninas em abrigo, a quantidade de menores sem família só aumenta

É de mês em mês que um dado desanimador cresce no Brasil: a quantidade de crianças e adolescentes vivendo em abrigos, após o afastamento do convívio familiar. Em maio do ano passado, quando os dados passaram a ser inspecionados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), eram 30,5 mil. Em agosto de 2011 somavam 33 mil casos e atualmente são 37.240 meninos e meninas que estão sem família.
O aumento pode ser consequência de ações mais efetivas de conselhos tutelares, como a intervenção de casos por maus tratos. Mas o fato é que ativistas na área de adoção esperavam que dois fatores fossem capazes de forçar a diminuição dos números. Um deles é a criação da Lei Nacional de Adoção, de 2009, que limita em dois anos o período de permanência em abrigos; o outro é o Cadastro Nacional de Adoção (CNA), criado em 2008.

Estima-se que, quando não havia acompanhamento constante dos casos de abrigamento, aproximadamente 80 mil crianças e adolescentes viviam em instituições no Brasil. O número nos dias atuais teria caído a menos da metade, contudo, por outra triste realidade: as meninas e os meninos atingiram 18 anos e tiveram de deixar os abrigos, sem terem ganhado novos pais. O Paraná ocupa a quinta posição no ranking de números de abrigados, com 2.943 em 131 casas de acolhida.
Aumenta também os registros de crianças e adolescentes aptos à adoção. Eram 4.427 em março de 2011 e são 5.049 atualmente – 14% a mais. O acréscimo até pode ser considerado positivo, porque em mais casos de abrigamento a Justiça agiu, concluindo o complicado processo de destituição do poder familiar e permitindo que se começasse a procura por novos lares para eles.

Estrutura
Para a ONG Recriar, que auxilia pessoas interessadas em adotar, a falta de estrutura suficiente acarreta numa angustiante demora, tanto para as crianças e jovens quanto para os candidatos a pais. Um levantamento em Curitiba apontou que a habilitação de pretendentes a adotar demora cerca de um ano e, depois, são em média mais dois anos de expectativa para quem quer adotar grupos de irmãos; três anos para a adoção de uma criança acima de seis anos e cerca de cinco anos para a adoção de um bebê de até um ano de idade.
A juíza Maria Lúcia de Paula Espíndola, da 2ª Vara da Infância e da Juventude de Curitiba, discorda do cenário apresentado pela ONG. A juíza assegura que o processo de habilitação – em que os pretendentes a pais cumprem as exigências judiciais, como apresentar documentos e participar de cursos e entrevistas – leva em torno de oito meses. “Esse período é essencial para que haja um amadurecimento da decisão de adotar e da percepção do que representa assumir a criança. Às vezes, a família chega aqui querendo um bebê, mas com o passar do tempo entende que o que considerava essencial não é mais”, diz. Ela também garante que, se um casal quer adotar um grupo de irmãos, o processo leva menos de um ano.

Casal conseguiu adotar porque buscou sozinho

O casal Sandra Mara e José Henrique Volpi tinha tudo para concluir o processo de adoção rapidamente. Juntos há 17 anos, os dois psicólogos, que não faziam exigências quanto a gênero, idade e pré-existência de doenças, aceitavam também adotar irmãos. Contudo, mesmo depois de concluído o processo de habilitação, eles não foram incluídos no Cadastro Nacional de Adoção (CNA). “Descobrimos que o nosso processo estava parado no cartório há uns seis meses”, conta Sandra Mara. Em setembro de 2009, ela e o marido iniciaram o processo de adoção. Seis meses depois estavam aptos. Mas nada do telefonema que tanto esperavam do Judiciário.
Foi quando foram informados sobre um casal de irmãos, de 8 e 4 anos, em Santa Catarina, que estava no cadastro para adoção. Rafael e Angélica estavam prestes a serem encaminhados a algum país estrangeiro por causa da suposta falta de interessados no Brasil.
A questão é que, para adotar o casal de irmãos, José Henrique e Sandra Mara deveriam estar no CNA, mas não estavam. “Só ficamos sabendo do caso em Santa Catarina porque uma amiga que sabia da nossa procura nos informou”, relata Sandra. O contato aconteceu em maio de 2010. O CNA foi criado em 2009 justamente para vencer as barreiras geográficas dentro do próprio país.
A psicóloga conhece outros casos de famílias paranaenses que recorreram ao sistema de Santa Catarina porque não aguentaram esperar o desenrolar do processo por aqui. “É muita expectativa. É um tempo doloroso demais. E também é ruim para a criança que está em um abrigo esperando uma família. A demora não deveria ser maior do que um ano”, acredita. Agora, felizes com os dois filhos, Sandra defende a chamada adoção tardia. “Foi muito mais fácil lidar com crianças que tinham consciência de que estavam sendo adotadas. Costumamos dizer que foi uma adoção mútua. Elas também nos adotaram”, resume.

Fonte: Gazeta do Povo, publicado em 02/04/2011
http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1240006&tit=Sao-37-mil-criancas-em-busca-de-pais