14/02/2013

Cursos gratuitos para crianças e adolescentes no Centro Juvenil de Artes Plásticas

 
Inscrições para alunos de escolas públicas começam no dia 14 de fevereiro e, a partir de 20 de fevereiro, para toda a comunidade
 
 
 
No dia 14 de fevereiro abre o período de matrículas para alunos de escolas públicas que desejam participar das oficinas do Centro Juvenil de Artes Plásticas (CJAP), unidade da Secretaria de Estado da Cultura (SEEC). Já no dia 20 de fevereiro abrem as inscrições para toda a comunidade. Os cursos são gratuitos e serão realizados de 5 de março a 5 de julho de 2013. Para efetuar a matrícula é necessário que o responsável pela criança ou adolescente compareça ao CJAP com a fotocópia de certidão de nascimento ou carteira de identidade de quem irá realizar o curso e uma foto 3x4.
Cada oficina é indicada para uma faixa etária específica. Serão ofertadas aulas de modelagem, pintura, desenho, múltiplas linguagens, escultura e teatro. As vagas são limitadas. O Centro Juvenil de Artes Plásticas fica na Rua Mateus Leme, 56, em Curitiba (PR). Informações podem ser obtidas nos telefones (41) 3323-5643 e 3223-3805 e no site www.cjap.seec.pr.gov.br, no qual também é possível conferir a grade horária completa dos cursos.

Serviço
Inscrições abertas para cursos do Centro Juvenil de Artes Plásticas
Aulas: 5 de março a 5 de julho de 2013.
Inscrições gratuitas. Vagas limitadas.
Informações: (41) 3323-5643 e 3223-3805 e no site www.cjap.seec.pr.gov.br
 
Fonte:
SEEC

08/02/2013

Pesquisa enfoca o uso de novas tecnologias no ensino

Várias pesquisas e relatórios de projetos educacionais têm apontado que uma das possibilidades para melhorar a qualidade do ensino é inovar as metodologias e variar as formas de apresentar os conteúdos para os alunos. Essas inovações em grande parte estão associadas ao uso das novas tecnologias no processo de ensino. Um projeto de pesquisa conduzido na Faculdade de Ciências e Letras da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Araraquara, pretende ampliar o uso dos chamados objetos de aprendizagem e envolver um maior número de alunos. A pesquisa tem apoio da FAPESP por meio do Programa de Melhoria do Ensino Público e origem em estudos já conduzidos no Núcleo de Ensino da Unesp.

“Durante dois anos, uma equipe de professores e bolsistas do Núcleo de Ensino da Unesp desenvolveu atividades com objetos de aprendizagem em uma escola pública estadual. Os resultados não deixaram dúvidas. Nos conteúdos trabalhados com os objetos, os alunos em média tiveram um resultado 32% superior aos conteúdos trabalhados de maneira tradicional”, disse Sílvio Henrique Fiscarelli, coordenador do projeto.

Nas oito classes de ensino médio analisadas, com um total de quase 400 alunos, o desempenho dos alunos se mostrou superior quando foram utilizados objetos de aprendizagem para abordar os conteúdos de Física e Matemática.

Comparando estatisticamente os desempenhos dos alunos nas atividades realizadas em sala de aula com as atividades nas quais foram utilizados os objetos de aprendizagem, observou-se que os estudantes obtiveram um desempenho melhor e mais homogêneo com o uso desse tipo de recurso.

Foi constatado também que os alunos que obtinham média 5 ou abaixo deste valor nas atividades em sala de aula melhoraram 51% seu desempenho, enquanto os alunos com média superior a 5 obtiveram um ganho médio menor, de apenas 13%. Ou seja, os alunos que têm maior dificuldade de aprendizagem são os mais beneficiados pelo uso dessa tecnologia.

Com apoio da FAPESP, foram adquiridos 35 computadores que serão utilizados em sala de aula, evitando que os alunos precisem se deslocar para o laboratório de informática para utilizar os objetos de aprendizagem.

O projeto envolve sete professores que recebem Bolsa da FAPESP para se dedicar às atividades e cinco disciplinas (Português, Matemática, Física, Química e Filosofia).

*Com informações da Unesp.
 
Fonte:
http://www.tnprojetossociais.com.br/verNoticia.php?id=5405

Postado em 06/02/2013 - 10:49:25
Por Redação TN / Agência FAPESP

05/02/2013

Vaga para Instrutor de Matemática

Curitiba l Educação terá prioridade de recursos

O prefeito Gustavo Fruet declarou na manhã desta sexta-feira (1), durante reunião com diretores das escolas municipais de Curitiba, que deixará para a cidade como marca de sua administração, uma obra imaterial. “Quero ser reconhecido como o prefeito da Educação”, disse Fruet. No encontro, que reuniu no Salão de Atos do Parque Barigui mais de 500 profissionais do magistério, o prefeito ressaltou que seu mais importante compromisso de governo é fazer o maior investimento em educação da história de Curitiba.

“Serão investimentos gradativos, ao longo dos próximos quatro anos, até alcançarmos a meta de 30% de recursos do município, investidos na melhoria da educação, na expansão da oferta e na valorização de todos os profissionais”, disse o prefeito.

Fruet comunicou uma sequencia de eventos que serão realizados na rede municipal de ensino, a partir de março, para ampliar a participação da comunidade escolar e reforçar a relação de respeito e do diálogo aberto. Outras medidas prioritárias, que serão colocadas em prática neste início de gestão, foram pontuadas pelo prefeito. Entre elas a necessidade de reestruturação da carreira dos educadores, a implantação dos 33% de hora-atividade dos professores, a expansão de vagas na educação infantil e melhoria do ensino fundamental.

Organizada pela Secretaria Municipal da Educação, esta foi a primeira reunião de 2013 com todos os diretores e pedagogos das 183 escolas municipais. O objetivo foi iniciar as discussões sobre a nova proposta pedagógica que será desenvolvida nas unidades de ensino, a partir deste ano.

O foco do trabalho será o resgate da função social, histórica e cultural, com ações voltadas prioritariamente para a qualidade da aprendizagem, em todas as áreas do conhecimento. Excessos de projetos e programas nas escolas serão evitados, buscando integração e maior unidade pedagógica nos que já existem. Será colocado em prática um amplo programa de capacitação e formação profissional, assegurando o bom desempenho do profissional em sala de aula.

A secretária municipal da Educação,Roberlayne Borges Roballo, evidenciou a reformulação de quase a totalidade da equipe da pasta. As mudanças obedeceram acritérios que consideraram a necessidade de renovação do grupo, mas principalmente o reconhecimento e valorização das carreiras dos servidores.

Quase 100% dos novos diretores e coordenadores dos departamentos e as chefias de núcleos de educação são da carreira do magistério. “Vivemos outros tempos. Precisamos inovar, vencer desafios e paradigmas, porém, temos a responsabilidade de manter viva a nossa história. De reconhecer e valorizar o trabalho desenvolvido por cada pessoa da rede”, disse Roberlayne.

Além do resgate histórico sobre a história do magistério municipal de Curitiba, os diretores e pedagogos participaram de discussões sobre a organização dos trabalhos iniciais nas escolas, a reorganização da Semana de Estudos Pedagógicos (SEP) e a organização das equipes nas unidades para a implantação dos 33% de hora atividade - que confere aos professores um terço da carga horária destinada à preparação de aulas, correção de provas e demais tarefas relacionadas à docência – recebendo salário para isso.
 

Postado por:CLAUDIA MUNIZ
Fonte: Por Cristiane Guancino
Data de publicação: 01/02/2013

http://www.cidadedoconhecimento.org.br/cidadedoconhecimento/index.php?subcan=7&cod_not=39779

Lógica exercitada por jogos

Brinquedos simples contribuem ainda com o desenvolvimento do poder de síntese, agilidade, estratégia, noção espacial, concentração, entre outros

 
 
Uma pilha de peças de madeira que se encaixam pode parecer pouco atrativa para as crianças diante dos multimidiáticos jogos eletrônicos. Por mais simples que pareçam, alguns desses passatempos são capazes de desenvolver o raciocínio lógico e o poder de síntese em meninos e meninas – competências apontadas por especialistas como essenciais para estimular outras capacidades.
 
 Além dos populares xadrez e cubo mágico, há pelo menos outra centena de jogos que podem ser usados por crianças, jovens e adultos. Eles variam de acordo com a faixa etária e, para ter efeito, precisam ser praticados durante, no mínimo, duas horas semanais por, ao menos, três meses seguidos, segundo o diretor do Super Cérebro, Ricardo Lamas.
  
Cada brinquedo requer uma estratégia diferente e trabalha uma ou mais competências, como noção espacial, estratégia, cálculo matemático, agilidade e lógica. Além delas, outras habilidades mais ligadas ao comportamento e ao desenvolvimento psicológico também são estimuladas, como concentração, paciência, persistência, autocontrole, autoestima e socialização, no caso dos jogos em grupo.
  
“Podemos dizer que esse tipo de jogo também contribui para a educação e a disciplina das crianças”, diz Lamas. Os benefícios não demoraram a ser percebidos e existe uma variação de tempo de acordo com a criança, mas a média é de que em três meses os pais notem a diferença.
  
Em meio a tantas opções que parecem mais atraentes, a dúvida sobre como envolver crianças e jovens com esses jogos é comum entre pais e professores. A dica da diretora do método Supera, de ginástica para o cérebro, Andrea Valério, é transformá-los em algo lúdico. É preciso contar a história do jogo – que costuma vir junto com a embalagem – e fazer com que a criança use a imaginação para montá-lo, assim como faz durante a leitura de um livro.


Brinquedos podem ser usados em casa e na escola

Mesmo com todas as vantagens oferecidas pelos jogos que estimulam a lógica, professores de Matemática e pedagogos afirmam que eles não são milagrosos e que não há estudos que comprovem que a criança não possa desenvolver as mesmas capacidades sem eles. Eles são, na verdade, um instrumento e não significam que trarão resultado efetivo em todos os casos.
  
“É mais um recurso dentro de um universo. Os resultados dependem também de como os professores trabalham cada jogo em sala, como exploram cada habilidade da criança”, diz a professora de Matemática da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Elisângela Campos.
  
Andrea Valério, diretora do método Supera, tem um filho de 4 anos, Caetano, que, fora do horário normal de aula, fica com a mãe na escola. Por ver tantas pessoas usando os jogos, ele começou a mexer sozinho e já consegue resolver alguns que são para crianças mais velhas.

Leia mais em:
http://www.gazetadopovo.com.br/ensino/conteudo.phtml?tl=1&id=1342223&tit=Logica-exercitada-por-jogos