16/05/2011

Família e Desenvolvimento Social

Como 18 de maio é o "Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes", data simbólica no alerta à sociedade brasileira para fazer frente ao fenômeno da violência e responsabilizar-se com a garantia de direitos de crianças e adolescentes.

Hoje 16/05/11 encerram as inscrições para Evento em Comemoração ao dia 18 de Maio todos os envolvidos devem estar presentes nesta data.

As inscrições para o evento serão realizadas através do site:
Ir até o Link Participe: Eventos Macro Regionais e logo abaixo realizar inscrição.

Em Curitiba o Evento será dia 18 de Maio no Museu Oscar Niemeyer.
Início às 8:30 hs
Término às 16:30 hs

Aguardamos a presença de todos.
Divulguem a todos os seus contatos.

11/05/2011

Depoimento especial de crianças será tema de encontro em Brasília

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Childhood Brasil realizam, nos próximos dias 18 a 20 de maio, o I Encontro Nacional de Experiências de Tomada de Depoimento Especial de Crianças e Adolescentes no Judiciário Brasileiro. No evento, serão debatidos os métodos mais eficazes para ouvir crianças e adolescentes que sofreram algum tipo de violência, sobretudo de origem sexual. O objetivo é promover práticas que diminuam o sofrimento das vítimas ao relatar o mal ocorrido, e ao mesmo tempo possibilitem a efetiva responsabilização dos culpados com a apuração adequada dos fatos. O depoimento especial já foi tema de um colóquio promovido pelo CNJ em novembro do ano passado. Na ocasião, o Conselho aprovou a Recomendação nº 33, em que sugeriu aos tribunais “a criação de serviços especializados para a escuta de crianças e adolescentes ou testemunhas de violência nos processos judiciais”.

Dados da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República apontam que, nos últimos sete anos, mais de 2,5 milhões de atendimentos foram feitos em todo o país pelo Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes (Disque 100).

Nesse sentido, a recomendação do CNJ aos tribunais foi para que implantem “sistema de depoimento vídeogravado”, ao qual deve ser realizado “em ambiente separado da sala de audiência” e “com a participação de profissional especializado para atuar nessa prática”.
A ideia é estabelecer métodos menos invasivos para colher o depoimento das crianças e adolescentes, preservando sua dignidade. Dessa forma, o ambiente deve ser acolhedor e garantir segurança, privacidade e conforto. Os profissionais devem estar tecnicamente preparados e fornecer apoio e orientação.

Segundo apontam estudos na área, a responsabilização dos agressores é maior com o depoimento especial. Isso ocorre porque a técnica e a ambientação utilizadas são mais apropriadas.
A atuação do CNJ nesta área é desenvolvida pela Comissão de Acesso à Justiça e à Cidadania – voltada à proteção da criança e do adolescente, idoso, portadores de necessidades especiais e a mulher vítima da violência doméstica e familiar – que é presidida pela Conselheira Morgana Richa.

Daniel Issler, juiz auxiliar da presidência do CNJ que participa da organização do encontro, explicou que este novo evento sobre o tema é ainda mais importante justamente porque reunirá juízes, promotores de justiça, defensores públicos e técnicos de todo o país que já praticam os métodos do depoimento especial ou estão em vias de desenvolvê-lo nas comarcas onde atuam.

O primeiro estado brasileiro a adotar o depoimento especial foi o Rio Grande do Sul, em 2003. No entanto, o depoimento especial já é realizado em outros tribunais, dentre os quais São Paulo, Distrito Federal, Maranhão, Pernambuco e Espírito Santo.

Parceria- O I Encontro Nacional de Experiências de Tomada de Depoimento Especial de Crianças e Adolescentes no Judiciário Brasileiro conta também com a parceria do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), do Conselho Nacional dos Defensores Públicos (Condege), da Associação Brasileira dos Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e Juventude (ABMP), do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH), do Fundo das Nações Unidas pela Infância (UNICEF) e do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC).

06/05/2011 - 00h00
Giselle Souza
Agência CNJ de Notícias

10/05/2011

Oportunidade de Vaga

Vaga para trabalhar como MÃE SOCIAL em instituição de acolhimento para crianças e adolescentes na região de Colombo. Necessário disponibilidade de horários. Contatos pelo telefone: 41-3562-7498.

05/05/2011

Marry Ducci visita lar Hermínia Scheleder

Profissionais do IBTS que estavam realizando a Gincana do Conhecimento no Lar Hermínia Scheleder são fotografadas ao lado da Presidente da FAS - Marry Ducci

Imagem: Irene Roiko/FAS

A presidente da FAS - Fundação de Ação Social, Marry Ducci, visitou nesta terça-feira (3) o lar Hermínia Scheleder, na estrada da Ribeira, em Colombo. A entidade abriga 40 crianças e adolescentes com idade entre 3 e 18 anos carentes, abandonados ou em situação de risco.

No lar, as crianças e adolescentes recebem abrigo, moradia, alimentação, vestuário, educação, assistência médica e odontológica, apoio psicológico, assistência espiritual e atividades de lazer. "É muito importante conhecer os parceiros da FAS. Somente com estas visitas e vendo de perto o trabalho desenvolvido pelas entidades podemos firmar novos convênios para atender cada vez melhor a rede socioassistencial", disse Marry.

O lar é um antigo parceiro da FAS. Funciona há mais de 30 anos e já atendeu mais de mil crianças e adolescentes. É mantido pela Associação Comunitária Prebisteriana e funcionou por décadas em Santa Felicidade.

"Hoje, para proporcionar uma melhor qualidade de vida às crianças, estamos instalados na chácara Vivencial das Oliveiras, em Colombo", disse Renan Gustavo Costa Ferreira, coordenador do Lar.

O lar está em uma área da Igreja Prebisteriana de Curitiba e possui oito casas-lares, cada uma sob a responsabilidade de um casal social, uma biblioteca e um refeitório central.

O presidente do lar Sérgio Duque Ferreira de Oliveira agradeceu o carinho de Marry Ducci e sua maneira gentil de visitar a entidade. "É muito bom poder trabalhar intersetorialmente, com poder público e sociedade repartindo responsabilidades", disse.

Fonte: Assessoria de Comunicação da FAS

04/05/2011

Governo vai liberar R$ 36 milhões para ações pedagógicas e sociais

Durante palestra ontem (28/04) no Conselho Comunitário de Segurança Pública de São Gonçalo, o Dr. Carlos Nicodemos, membro do Conselho Nacional da Criança e Adolescente (CONANDA) e coordenador do Projeto Legal do Ministério dos Direitos Humanos, informou que o Conselho Nacional já aprovou a liberação de R$ 36 milhões para o financiamento de projetos destinados a ações preventivas pedagógicas e sociais com vistas a reduzir os casos de violência, inclusive o bullying, nas escolas públicas e privadas.

Nicodemos comentou proposta de parlamentares paulistas, visando à aprovação pela Câmara dos Deputados, em Brasília, de medidas mais coercitivas, como aumento de penas legais, para quem pratica o bullying. Segundo ele, isso não vai resolver o problema, pode até amenizar, mas o que resolve é colocar em prática as recomendações do Estatuto da Criança e Adolescente, com investimentos públicos em segurança, em educação e saúde.

Mas, na opinião de Nicodemos, essas iniciativas só não bastam se não houver a participação da sociedade organizada de maneira a permitir uma mudança de comportamento e modelos relacionados ao enfrentamento das questões que envolvem as crianças e os adolescentes. “Tem que haver uma proteção integral da criança”, acentuou.

A palestra de Carlos Nicodemos foi mediada pelo presidente do Conselho Comunitário de Segurança Pública de São Gonçalo, José Antônio Borges, e contou com a participação do vice-prefeito Jorge Aranha, de São Gonçalo; delegado Juarez Alberto Kanauer, coordenador Regional de Polícia do Interior; do comandante do 7º PBM, ten.cel. Cláudio Luiz; presidente do Rotary Club de São Gonçalo, prof. Altivo Aleixo da Silva; presidente da Associação Comercial e Empresarial de SG, Paulo Fontes; e delegados Júlio César Mulatinho Neto (75º DP), Emanuel Abud (72º DP) e Martha Domingues, da Delegacia da Mulher.

O presidente do Conselho Comunitário de Segurança, José Antônio Borges, fez um desafio e uma convocação para que todos os participantes habituais das reuniões, nas quais estejam presentes autoridades municipais e estaduais, não deixem de provocá-las, concitá-las a informar as iniciativas que estão sendo adotadas para solucionar os cruciantes problemas das comunidades.

Segundo ele, uma oportunidade dessa não pode ser abandonada, pois nem sempre autoridades e sociedade estão sempre reunidas para discutir problemas que são comuns.
 
Informações encaminhadas pelo blog da Rede Piá